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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Você é uma pessoa possessiva?

 
 
Mania de controlar os passos do parceiro ou de outras pessoas amadas. Essa é uma das características de uma pessoa que é tão ciumenta, que chega a ser possessiva. Este caso já é denominado, pelos psicólogos, como sintoma de doença psicológica. Se você sofre ao sentir ciúmes, será que está tão fora do controle a ponto de precisar de ajuda terapêutica? Ou apenas uma reflexão lhe fará mudar?

A terapeuta comportamental Ramy Arany, co-fundadora do Instituto KVT (www.kvt.org.br), diz que uma pessoa possessiva e controladora é aquela que se comporta controlando as ações, sentimentos, forma de pensar e decisões do outro - ou outros. "A tendência é de ter controle sobre tudo, ser egoísta, sentir irritação, contrariedade e até agressividade quando as coisas escapam de seu controle", acrescenta. Segundo a terapeuta, isso pode acontecer de forma mais superficial ou mais profunda, dependendo da intensidade da possessividade.

E não é só em alguns casos que a pessoa possessiva quer ter controle, mas chega a vários outros âmbitos. "Geralmente este apego tende a começar pelo emocional e se amplia para outras áreas, caso a pessoa não reconheça esta tendência", diz Ramy. A possessividade, para ela, deve ser tratada com psicoterapia e dependendo da gravidade até com medicamentos. "É preciso antes a compreensão da pessoa das causas que geraram o desejo por controle".

Se a pessoa ciumenta percebe seus atos e que está querendo ter controle sobre o outro, ainda pode refletir sobre o que a está incomodando para ter uma conversa sincera com o parceiro, para então juntos, chegarem a um acordo de como a situação pode ser controlada - e não um ou outro. O ciúme é o sentimento que gera a possessividade, ou seja, é preciso analisar o porquê desse primeiro sentimento. Depois, analisar se consegue ter autocontrole - sem sentimentos de contrariedade - ou se precisará de ajuda profissional para isso.

"Neste caso a pessoa deve pedir ajuda terapêutica para que possa entender o porquê de sua existência, para que possa transformar os ciúmes em autoconfiança. Sem antes saber as causas, as razões que estão por trás deste comportamento não há condições da pessoa fazer exercícios para se livrar da possessividade", afirma a terapeuta. "A verdadeira cura está em tratar a causa, não somente os efeitos da doença", conclui.

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